
Já pensou no que acontece quando o sistema operacional que sustenta boa parte do parque de computadores empresariais simplesmente deixa de receber suporte? O fim do suporte ao Windows 10, previsto para outubro de 2025, está forçando empresas a repensarem todo o ciclo de vida dos computadores corporativos – e não apenas por questões técnicas, mas também por riscos de segurança, compliance e até impactos financeiros inesperados.
Se você ainda não colocou essa pauta no radar, está atrasado: mais de 60% das empresas brasileiras ainda operam majoritariamente com Windows 10, segundo levantamento da IDC Brasil em 2024.
Imagine seu ambiente de TI: atualizações automáticas, patches de segurança regulares e uma base estável para rodar aplicações críticas. Agora, visualize tudo isso sendo interrompido. Sem suporte oficial, cada endpoint se torna um vetor potencial de ataque e, em muitos casos, um impeditivo para auditorias e certificações exigidas em setores regulados.
Um estudo da Gartner aponta que empresas que planejam a renovação de endpoints com até 12 meses de antecedência economizam, em média, 20% em custos operacionais e evitam períodos de indisponibilidade.
Considere uma empresa com 300 computadores, todos adquiridos em 2020. Sem suporte ao Windows 10, será necessário atualizar para Windows 11 – mas nem todos os dispositivos cumprem os requisitos de hardware (como TPM 2.0 e processadores compatíveis). O resultado? Pelo menos 40% dos equipamentos precisarão ser substituídos antes do ciclo originalmente planejado.
| Item | Windows 10 | Windows 11 |
|---|---|---|
| Suporte de Segurança | Até out/2025 | Previsto até 2031 |
| Requisito TPM | Opcional | Obrigatório |
| Compatibilidade de Hardware | Alta | Média |
| Compliance | Comprometido pós-2025 | Atende padrões atuais |
O ciclo de renovação forçado pode ser uma chance de modernizar o parque computacional, padronizar equipamentos, investir em endpoints com recursos de segurança avançada (como biometria e criptografia de hardware) e até repensar modelos de aquisição – migrando para leasing ou desktop as a service.
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Se o hardware atual não suporta Windows 11, a substituição é inevitável. Mas mesmo equipamentos compatíveis devem ser avaliados sob outros critérios:
O fim do suporte ao Windows 10 é mais do que um aviso técnico – é um gatilho estratégico para revisar todo o ciclo de vida dos computadores empresariais. Antecipar o planejamento, mapear riscos e oportunidades e contar com parceiros que entendam do negócio faz toda a diferença.
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O sistema não receberá mais atualizações de segurança, ficando vulnerável a ataques e comprometendo o compliance da empresa.
Não. Muitos equipamentos antigos não atendem aos requisitos de hardware do Windows 11, como TPM 2.0 e processadores suportados.
Os principais riscos são falhas de segurança, aumento de custos com suporte, não conformidade e queda de produtividade.
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